Dados do Banco Central do Brasil, divulgados nesta semana, mostram que a Dívida Pública Federal, que é aquela que a União tem contratada internamente, chegou ao patamar de R$ 1,7 trilhão, que exige em termo médios, uma economia para pagar juros em torno de 1,5 bilhão e representa cerca de 50% do PIB nacional. Esses dados provocam a necessidade de um alerta mais contundente por parte do Governo Federal em relação aos seus gastos, principalmente com custeio.
A necessidade de contenção de gastos atinge, em primeiro plano, a cota destinada aos investimentos e depois o custeio. Entretanto, os corte mais expressivos certamente ocorrerão nos investimento, o que pode frustrar o desejo da Presidenta Dilma em revitalizar o PAC para extinguir a condição de miséria que aindfa assola uma boa parte da nossa população.
Devemos estar alerta para os encaminhamentos que seguirão pois, um paradoxo se apresenta entre a necessidade/desejo de erradicação da pobreza e contenção dos gastos públicos.
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